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Simples nacional: Quais mudanças poderão afetar sua empresa?

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Apesar de oferecer agilidade e a desburocratização do controle financeiro da sua empresa com uma baixa carga tributária, é preciso ficar atento e seguir todas as regras do Simples Nacional para continuar se beneficiando deste regime tributário sem cair em armadilhas.

 

Criado a partir da necessidade de estimular a atividade  empresarial entre os pequenos e médios empreendedores, o Simples Nacional se destaca dentre os regimes tributários não apenas por   quitar todos os impostos municipais, estaduais e federais de uma só vez e ter uma redução que chega 40% na carga tributária se comparado a outros regimes como Lucro Real e Lucro Presumido, mas também por se tornar mais acessível  às empresas brasileiras com as mudanças que entraram em vigor no ano de 2018.

 

Mudanças no Simples Nacional em 2019

As alterações permitiram a entrada de outras atividades econômicas que não constavam em seus anexos antes, como:  serviços médicos , a própria atividade de medicina, inclusive laboratorial e enfermagem, medicina veterinária, odontologia, acupuntura, clínicas de nutrição e de vacinação e bancos de leite, podologia, fonoaudiologia; indústria ou comércio de bebidas alcoólicas, como micro e pequenas cervejarias, produtores de licores e micro e pequenas destilarias, desde que não produzam ou comercializem no atacado, micro e pequenas vinícolas; representação comercial e demais atividades de intermediação de negócios e serviços de terceiros; auditoria, economia, consultoria, gestão, organização, controle e administração.

 

Assim como também foi feita a exclusão de 3 atividades do MEI(m icroempreendedor individual ) :  personal trainer, arquivista de documentos e contador/ técnico contábil. Além destes, houve a diminuição dos anexos de 6 para 5, ficando assim: anexo I para comercio, anexo II para industrias, anexo III para todas as empresas que prestam serviços à uma Pessoa Física ou Jurídica, anexo IV para todos os serviços advocatícios, serviços de limpeza, construção de obras, entre outros e anexo V para todas os serviços jornalísticos, de auditoria, tecnologia, engenharia, entre outros. Houve também mudanças nas regras do Fator R , que é o cálculo feito para saber em que anexo a empresa será enquadrada, fazendo a divisão da folha de pagamento pelo faturamento (receita bruta), referentes aos últimos 12 meses.  

 

Mas como nada é perfeito, a diminuição nos anexos de 6 para 5 e as mudanças nas regras do Fator R, fizeram da adesão ao Simples Nacional um verdadeiro campo minado em que qualquer descuido pode gerar mais impostos a serem pagos, diminuindo o lucro que a empresa poderia obter com os benefícios ofertados por este regime tributário. Sendo assim aconselhado consultar um profissional especializado na área para fazer um planejamento tributário adequado à sua empresa.

 

Se precisar de ajuda estaremos a sua disposição e felizes em ajudar, você pode agendar uma consultoria de 30 minutos ou entrar em contato conosco por email. Garantimos o aumento da sua lucratização pela diminuição dos impostos com a nossa assessoria financeira especializada!