Av. Serzedelo Corrêa, 293 - Nazaré - Belém/PA

atendimento@vsmweb.com.br

O Simples Nacional para as Empresas Médicas – O que é importante saber para 2019

My Image

 

Simples? Pode até parecer, mas na realidade existem vários detalhes que devem ser analisados com muito cuidado. Tendo 5 anexos e várias combinações, o que deveria oferecer simplicidade de controle se torna um pouco complicado de entender sem o auxílio adequado de um profissional especializado, fazendo muitos empreendedores se perguntarem qual regime de tributação é mais vantajoso na hora de abrir a empresa   ou   enquadrar a empresa existente e muitas vezes acabam pagando mais impostos do que deveriam.

 

Se você Dr. possui uma pessoa jurídica constituída antes de 31 de dezembro de 2018 e desejava ingressar no Simples Nacional em 2019, o prazo para fazer a opção findou em dia 31 de janeiro de 2019. Mas se você pretende constituir uma pessoa jurídica de serviços médicos em 2019, o pedido de enquadramento se dá até 30 dias da data de criação do CNPJ.

 

Primeiramente é importante ressaltar que o limite anual do Simples Nacional foi ampliado em 2018 para R$ 4,8 Milhões. Quem ultrapassou em 2018 o valor de R$ 3,6 Milhões caiu na obrigatoriedade do pagamento de ISS ou ICMS como uma empresa fora do Regime.

 

As maiores mudanças ocorreram em 2018 e pode-se dizer que a maior parte delas ocorreu no anexo V, porém, essa mudança ficou muito confusa para o empresário, pois o antigo anexo V virou III, dependendo de um chamado “fator r”.

 

O Fator R representa o quanto a empresa tem de despesas com folha de pagamento em relação a sua receita bruta. Portanto, o Fator R é igual ao faturamento dividido pela folha de pagamento, ou seja, Pró-Labore + INSS de um profissional Pessoa Jurídica. Se o seu pró-labore for maior ou igual a 28% do salário bruto, então será preciso pagar apenas 6% de imposto sobre o valor das notas fiscais. No entanto, o Fator R é calculado pelo histórico dos últimos 12 meses. Portanto, aumentar o seu pró-labore na proporcionalidade do fator r, pode compensar os meses anteriores. Importante ressaltar que a alternância de anexos é mensal e não daqui a um ano.

 

Pode ocorrer de a receita ser tributada no Anexo V (Fator R menor que 28%) no mês de janeiro, e no mês de fevereiro do mesmo ano ser tributada no Anexo III (Fator R igual ou maior que 28%.

 

Como vê, esse é um assunto que envolve planejamento, cálculos, análises e, por fim, uma tomada de decisão. Para que tudo seja feito sem riscos para o seu negócio é essencial que você consulte o seu contador ou um contador especializado. Teremos imenso prazer em nos aliarmos a você nessa jornada!